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TitleAnatomia Oculta - Manly Palmer Hall
TagsHomo Sapiens Mediunidade Espírito Santo História antiga
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"revivido" quando liberamos a vida divina que está encerrada em nossas próprias naturezas
materiais.

Há muitos destes maravilhosos símbolos Maçônicos que nos foram transmitidos do esquecido
passado; símbolos cujos significados foram enterrados sob o manto da materialidade. O verdadeiro
Maçom - o filho da luz - segue ansiando a liberação e o vazio trono do rei do Egito ainda aguarda o
rei do Sol que fora morto. Todo mundo espera ainda que Balder o Formoso volte para a vida
novamente, que o Cristo crucificado levante a lápide de pedra e se eleve da tumba da matéria,
levando consigo sua própria tumba.

Quando o homem viver de modo que possa entender este maravilhoso problema, o grande olho
ou centro de consciência será capaz de ver através do limpo cristal do corpo purificado. Os mistérios
da verdadeira Maçonaria, por longo tempo ocultos ao profano, são então compreendidos e o novo
Mestre revestido com seus mantos de azul e ouro segue o caminho dos imortais que ascenderam,
degrau por degrau, a escada que conduz ao alto em direção às sete estrelas. Nas longínquas alturas,
a Arca - o manancial de vida - flutua nas águas do esquecimento mas continua enviando sua
mensagem para baixo ao homem inferior. Quando se alcança este ponto, a porta na "G" se fecha
para sempre, porque o centro retornou ao círculo; o triplo corpo e o triplo espírito ficam unidos no
selo eterno de Salomão. Então, a pedra angular que o construtor desprezou volta a ser o vértice do
ângulo e o homem - a pedra culminante por longo tempo perdida no templo universal - volta a
ocupar seu lugar.

As ocorrências da vida diária estão afinando nossos sentidos e desenvolvendo nossas faculdades.
Estas são as ferramentas do artesão - o martelo, o cinzel e a régua - e com estas ferramentas
autodesenvolvidas nós estamos lentamente devastando a pedra bruta ou cubo, no bloco polido para
o templo universal. É só, então, que nos convertemos em iniciados da chama, porque somente nesse
momento a luz substitui à escuridão. Assim como vagando pelas abauladas câmaras de nossa
própria existência aprendemos o significado das arqueadas câmaras do templo, o ritual da iniciação
ao desenvolver-se ante nossos olhos faz-nos reconhecer nele a recapitulação de nossa própria
existência, o desenvolvimento de nossa consciência e o relato de nossa própria vida. Com este
pensamento na mente seremos capazes de compreender não só por que os atlantes da antiguidade
faziam o culto ao Sol nascente, mas também como o moderno Maçom simboliza este Sol como
Hiram, o nobre de nascimento, quando ele sobe ao alto do templo colocando ali uma pedra de ouro,
fazendo com que acorde à vida todas as coisas existentes no homem.

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